Pensamento de Quarta-Feira
“O dificil não é fazermos aquilo de que gostamos, mas gostarmos daquilo que fazemos.”
10.30.07
25 homens e uma grua para tirá-la de casa
Foi necessário derrubar uma das paredes de sua casa para conseguir transportar uma mulher
Os bombeiros do nordeste da Colômbia tiveram de desenhar um dispositivo especial para evacuar uma mulher de 70 anos que sofre de obesidade mórbida, adianta o El País.
Foi necessário derrubar uma das paredes de sua casa para conseguir transportá-la para o hospital. Foi um resgate peculiar que contou com a participação de 25 pessoas. Bombeiros, Cruz Vermelha, Polícia e voluntários juntaram esforços para que, pouco a pouco, a mulher chegasse ao hospital.
Após várias horas, Clementina conseguiu chegar ao hospital, onde recebeu tratamento para insuficiência cardíaca. Não foi revelado o peso da senhora.
In: Portugal Diario
Pensamento de Terça-Feira
“Se acertamos ninguem se lembra…Se erramos niguem se esquece…”
10.29.07
“Portátil de baixo custo da OLPC vai ser alimentado a… vaca”

Numa tentativa de responder à falta de fontes de energia baratas na Índia, os responsáveis do projecto “One Laptop Per Child” (OLPC) planeiam construir um gerador movido a vacas.
O objectivo é desenvolver uma fonte de energia de baixo custo - capaz de alimentar o portátil XO - que possa ser usada em algumas aldeias indianas onde os recursos naturais como a luz solar, o vento e a água não são suficientes para gerar energia e um motor a gasolina sai demasiado caro, noticia o InfoWorld.
«Tencionamos accionar um dínamo (tirado de um Fiat antigo) através de um sistema de cintas e roldanas utilizando vacas/gado», escreveu Arjun Sarwal, da OLPC, num e-mail de 21 de Outubro colocado numa das listas de discussão da organização.
Os dínamos dos Fiat são baratos e encontram-se facilmente, já que são utilizados em muitos táxis de Bombaim.
Num e-mail enviado posteriormente, Sarwal, que está colocado numa aldeia próxima de Bombaim, explica porque optou pela vacas: «A aldeia tinha uma abundância de gado a ser utilizado nos campos. Por isso decidimos desenvolver algo à volta disso».
O projecto deve ficar concluído brevemente, adianta o InfoWorld.
Informação adicional:
InfoWorld
A Domadora de Baleias

A Domadora de Baleias de Niki Caro é um cântico profundo e ancestral sobre as raízes culturais de uma tribo maori na Nova Zelândia, entoado junto ao mar pela pequena Keisha Castle-Hughes. Se há filmes em que o talento de um dos actores enche todo o ecrã e consegue arrancar o fôlego aos espectadores, a Domadora de Baleias é um deles. Keisha Castle-Hughes surpreende todos os olhares com o seu desempenho, e apesar dos seus precoces doze anos, foi unanimemente aplaudida e nomeada para o Óscar de Melhor Actriz. É a sua presença e alma que despoletam este exercício emotivo e sentimental a respeito da busca incessante das vozes do passado, pilares de uma tradição e mitologia milenares.
Paikea é a descendente directa do chefe da sua tribo, o seu avô Koro. No entanto Paikea tem um grande problema: é uma menina. Por esse motivo, vai ser rejeitada pelo avô, que vê nela o fim da sua tribo, pois o chefe terá de ser sempre um homem. Para a culpabilidade de Paikea ser maior, a sua mãe e o seu irmão gémeo morreram no parto e só a pequena bebé sobreviveu, o que fez com que o seu pai ficasse devastado e se afastasse da sua tribo. O avô de Paikea começa a treinar outros miúdos da aldeia para, de entre eles, um dia, escolher o novo chefe da tribo. Enquanto isso ostraciza completamente a sua neta e vota-a a uma total indiferença. Há uma cena em que Paikea recita um poema na escola para o seu avô ausente que é de levar às lágrimas os corações mas empedrenidos. A jovem actriz transcende-se em determinados momentos do filme.
Nos seus ombros estreitos de criança, Paikea carrega um fardo muito pesado: conquistar o amor do seu avô e provar-lhe, a ele e ao resto da tribo, que ela pode muito bem ser a Domadora de Baleias, aquela que chega montada no dorso de uma orca, tal como o seu antepassado fez, segundo a lenda. É a luta de uma miúda que não consegue encontrar, apesar de dotada, o seu lugar no Mundo devido a meros constrangimentos sociais.
O filme é de uma pureza e de uma beleza tal que até estranhamos, tão habituados que estamos a formatos mais elaborados e a pormenores recambolescos. É um grito de socorro de uma natureza que já não conhecemos. As paisagens neo-zelandesas são assombrosas de belas, o que facilita uma fotografia igualmente fabulosa.
É um filme para ver liberto de tudo o que é acessório, entregues à emoção, de forma a nadar, descomprometido, no mar que somos todos.
informação retirada do site www.rascunho.net
Pensamento de Segunda-feira
“Ser injusto com os demais, é ser cobarde consigo mesmo.”





